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Sonetos Livres

A emoção da honra do convite de Adriano misturou-se ao afeto que sentimos pelo poetas escondidos.

A doce solidão do jovem escritor enternece, conjuga e adormece em meio a desejos de felicidades, transformação e amor. As aspirações interiores flutuam entre mansas palavras, macias, despretensiosas, no entanto, claras às almas receptivas.
Sua condução é suave, mas certeira; seus versos brincam de seriedade e isso nos encantou. E como não poderia deixar de ser, o amor tem apalavra definitiva quando chegamos ao final do livro – afinal, é de amor e de sonhos que se alimenta a poesia de Adriano – nascendo firmemente no rico pomar dos sedentos e no belo jardim dos desavisados.
Força, Adriano! E minhas congratulações pela coragem de expor tão cedo, o seu coração prenhe de paixão pela vida.

Sílvia Carracena de Oliveira
Poetisa e Professora de Letras

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