O líder de guerra espiritual precisa crer e confessar o senhorio de Cristo, de forma que a ênfase dada esteja no que Deus faz, e não no que o diabo destrói. Há uma tendência por parte de alguns líderes de supervalorizarem as trevas a ponto de as pessoas servirem a Deus mais por medo de irem para o inferno, do que pelo fato de ter o nome escrito no livro da vida. A nossa proposta é conscientizar o leitor que existe uma guerra. Ela é tão clara, tão visível quanto o que está ocorrendo atualmente no mundo. Porém, queremos deixar claro que o inimigo está sem chance de nos vencer, pois maior é Aquele que está em nós do que aquele que está no mundo. Cremos que a transformação de nossa cidade só virá quando detivemos o homem forte. As forças das trevas não prevalecerão. É missão de a Igreja ter a visão transformadora de deter a atuação do homem forte em cada região. A Igreja precisa restituir a sua autoridade na geografia, desde onde vive até os confins da Terra. Precisamos partir, para mudanças transformadoras na educação, na saúde, no social e na política, sabendo que o Senhor poderá usar homens de influência para serem instrumentos participativos de grande relevância nesse processo.