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Em Laranja-da-China (1928), segunda coletânea de contos, o escritor elegeu figuras brasileiras como protagonistas de textos mais elaborados, mas ainda de estilo econômico, com frases sucintas e diálogos breves, porém reveladores das características essenciais dos personagens. A linguagem livre, solta, bem-humorada e espontânea ergue um mundo peculiar, ao qual e impossível ser indiferente. Textos que mergulham numa agradável oralidade informal, de ampla comunicação com o leitor, e a facilidade de compor cenários, captar atmosferas e justapor situações aproximam sua produção do cinema e são suas principais características.