Um equívoco inicial gera uma série de equívocos. Maria de Santa Bárbara chega a uma casa numa zona remota julgando ser uma pousada. A casa, no entanto, revela-se habitada por um velho arquitecto decrépito, saído de uma linhagem de arquitectos visionários, uma criança selvajem e um infiável agente de seguros.
Leia a recensão de Américo Lindeza Diogo na Colóquio/Letras http://coloquio.gulbenkian.pt/bib/sirius.exe/do?bibrecord&id=PT.FCG.RCL.7673