Uma chuva, insistente e fria, não para de cair. República, tribo e império derramam sangue em busca de onde fugir. A água procura a todos embalar no eterno dormir. A fome logo fará puir. O sagrado império dos imortais com sua mão irá punir. Sua guerra irá se repetir. O último obstáculo deverá possuir. Agleriana precisa sucumbir. Lembre-se, lembre-se, se quiser no escuro cair, mas para sair é preciso das memórias desistir, se conseguir.